sexta-feira, 26 de abril de 2013

Yo Simplemente Yo




YO SIMPLEMENTE YO,
CUANDO LLUEVE, CUANDO ESCAMPA,
CUANDO CANTO, CUANDO HABLO,CUANDO AMO.
SIMPLEMENTE YO, CUANDO TE HAGO EL AMOR,
CUANDO TE DESEO, CUANDO DIBUJO EN TU CUERPO MIS PALBRAS.

MIS PROSAS, MIS LIRICAS, SIMPLEMENTE YO,
EN EL MAR , EN LAS OLAS SERENAS,
EN LAS DE LAS TORMENTAS DE INVIERNO EL ALTA MAR...

SIMPLEMENTE YO, EN LAS BRISAS DE VERANO,
EN EL FUEGO, EN EL AGUA CRISTALINA,
EN EL SOL QUE QUEMA...

SIMPLEMENTE YO,
EN EL AMANECER TIBIO,
EN EL CANTO DE LAS AVES EN TU VENTANA,
EN LA RISA DE LOS NIÑOS...

SIMPLEMENTE YO,
EN LO AMANTES QUE SE TIENEN,
QUE SE BESAN Y SE AMAN...
QUE SE DICEN COSAS BELLAS LLENAS DE AMOR,
EN LA HOJA QUE CAE, EN LA ROSA CON ESPINAS,
EN EL ARIE QUE RESPIRAS, EN LATIDO DEL CORAZON...

SIMPLEMENTE YO,
SENTADO JUNTO A TI COMTEMPLANDO
TU SONRISA Y CALIDA VOZ,
AMANTE SIN LIMITES, SIN PRESIONES...
SIMPLEMENTE SOY ASI...
SOLO ASI...YO..

terça-feira, 16 de abril de 2013

Havíamos Prometido Não Chorar





Havíamos Prometido não chorar ...

Perdoa-me
Talvez esta seja a última vez  que nos sentamos para tomarmos um café juntos.
Talvez seja a última vez que nos veremos, então vamos tentar estar bem por favor.
Eu quero levar como lembrança um sorriso seu.
Por favor, não chore mais.
Você se lembra daquela tarde em que nos encontramos, foi muito bom te conhecer, foi tudo muito bonito o que aconteceu entre nós, mas é pena, é pena que tudo acabou.
Agora é necessário separar-nos, não sigamos nos fazendo mal, a nossa vida já estava se tornando apenas uma rotina, e o amor, o amor é outra coisa, o amor deve ser alimentado todos os dias com essas pequenas coisas que nós já perdemos.
O seu café vai esfriar, aqui ninguém tem que se sentir culpado, as pessoas estão olhando para nós, por favor não chore mais
... Eu amo ... Eu te amo
Não, o nosso amor é um costume, um habito, o amor verdadeiro é outra coisa.
Agora eu vou partir, é o melhor para nós, desejo-lhe muita sorte, que  você sejas muito feliz, adeus, adeus ...
Eu te amo, eu te amo
Adeus ... 

Traduzido por Acelino J. Aparecido

'' PROMETIMOS NO LLORAR '' PALITO ORTEGA



sábado, 13 de abril de 2013

Reverência ao destino




Falar é completamente fácil, quando se tem palavras em mente que expressem sua opinião.
Difícil é expressar por gestos e atitudes o que realmente queremos dizer, o quanto queremos dizer, antes que a pessoa se vá.

Fácil é julgar pessoas que estão sendo expostas pelas circunstâncias.
Difícil é encontrar e refletir sobre os seus erros, ou tentar fazer diferente algo que já fez muito errado.

Fácil é ser colega, fazer companhia a alguém, dizer o que ele deseja ouvir.
Difícil é ser amigo para todas as horas e dizer sempre a verdade quando for preciso.
E com confiança no que diz.

Fácil é analisar a situação alheia e poder aconselhar sobre esta situação.
Difícil é vivenciar esta situação e saber o que fazer ou ter coragem pra fazer.

Fácil é demonstrar raiva e impaciência quando algo o deixa irritado.
Difícil é expressar o seu amor a alguém que realmente te conhece, te respeita e te entende.
E é assim que perdemos pessoas especiais.

Fácil é mentir aos quatro ventos o que tentamos camuflar.
Difícil é mentir para o nosso coração.

Fácil é ver o que queremos enxergar.
Difícil é saber que nos iludimos com o que achávamos ter visto.
Admitir que nos deixamos levar, mais uma vez, isso é difícil.

Fácil é dizer "oi" ou "como vai?"
Difícil é dizer "adeus", principalmente quando somos culpados pela partida de alguém de nossas vidas...

Fácil é abraçar, apertar as mãos, beijar de olhos fechados.
Difícil é sentir a energia que é transmitida.
Aquela que toma conta do corpo como uma corrente elétrica quando tocamos a pessoa certa.

Fácil é querer ser amado.
Difícil é amar completamente só.
Amar de verdade, sem ter medo de viver, sem ter medo do depois. Amar e se entregar, e aprender a dar valor somente a quem te ama.

Fácil é ouvir a música que toca.
Difícil é ouvir a sua consciência, acenando o tempo todo, mostrando nossas escolhas erradas.

Fácil é ditar regras.
Difícil é seguí-las.
Ter a noção exata de nossas próprias vidas, ao invés de ter noção das vidas dos outros.

Fácil é perguntar o que deseja saber.
Difícil é estar preparado para escutar esta resposta ou querer entender a resposta.

Fácil é chorar ou sorrir quando der vontade.
Difícil é sorrir com vontade de chorar ou chorar de rir, de alegria.

Fácil é dar um beijo.
Difícil é entregar a alma, sinceramente, por inteiro.

Fácil é sair com várias pessoas ao longo da vida.
Difícil é entender que pouquíssimas delas vão te aceitar como você é e te fazer feliz por inteiro.

Fácil é ocupar um lugar na caderneta telefônica.
Difícil é ocupar o coração de alguém, saber que se é realmente amado.

Fácil é sonhar todas as noites.
Difícil é lutar por um sonho.

Eterno, é tudo aquilo que dura uma fração de segundo, mas com tamanha intensidade, que se petrifica, e nenhuma força jamais o resgata."
Carlos Drummond de Andrade 

domingo, 31 de março de 2013

Ao Meu Amor

Mais Um Pra Ela.




http://www.youtube.com/watch?v=yKADl6aPAoc

Marcas na Pele





As rugas são as marcas do tempo em nossas vidas, o DNA da historia, escrito por entre picos e vales marcados em nossa própria pele!
Ainda me recordo de quão era macia minha pele, ate parece que foi ontem, consigo num leve toque imaginário voltar em meus tempos de criança, foi lá que comecei a escrever minha historia, e o livro esta aqui junto a mim, salpicado em forma de rugas sobre minha própria pele, marcas que o tempo jamais apagará.
Procurando bem, é possível encontrar  um pouquinho de mim e um pouco de vc, registro de longas caminhadas de baixo do sol escaldante, vestígio da poeira da estrada, marcas e marcas impostas pelo tempo!
Há também o registro de muitas primaveras, sem me esquecer nunca dos invernos que esta vida me impôs, o mais importante é que vivi intensamente cada instante, Amei e fui amado, rejeitei e fui rejeitado em muitas das vezes, quando rejeitei, foi sem querer, pois se soubesse, ao menos uma explicação eu lhe daria, pois não existe dor maior que a dor provocada pelo abandono e o desprezo. Tudo foi sem querer.
Então, a vc que magoei, me perdoe, sei que aqui em algum lugar tem também a sua marca, um sorriso, um flerte, ou tão somente um olhar, perdoe-me, foi a vida que não me deixou entender!
Mas vivi! E ainda estou vivo! Continuo a registrar em minha pele as marcas deixadas pelo  tempo, elas não me abandonarão jamais!
Não passo pela vida simplesmente, agradeço todos os dias ao criador, pois sem ele eu não estaria aqui, sem ele eu não escreveria minha história, sem ele eu não seria nada, Obrigado meu Deus por eu viver, obrigado!
E você também não deveria passar sem deixar a sua marca, não seja apenas um rosto na multidão, um transeunte de um tempo esquecido, venha ou vá, mas escreva a sua história, e se possível, com Deus!

Viva!! Sendo feliz é claro, ou tentando pelo menos a cada instante!

Bom mesmo é ir à luta com determinação, vencer todos os obstáculos, abraçando a vida com paixão, perder é conseqüência, mas se assim for, que seja com classe, sem jamais prejudicar alguém! Vença com ousadia, porque o mundo pertence a quem se atreve

e a vida é muito para ser insignificante.
Então, registre sua história com dignidade, pois no dia em que olhares para o infalível espelho, que ao invés de chorar de arrependimento, você possa sorrir do tudo de bom que fizestes!
Que suas rugas venham a serem marcas do Amor!
Acelino José Aparecido!

sexta-feira, 29 de março de 2013

A Procura da Alma Gêmea


A procura da alma gêmea



Vou contar, resumidamente, um Mito de Platão: O ANDRÓGINO.
Num tempo longínquo, havia três gêneros: o homem, a mulher e o andrógino.
O andrógino era um ser esférico, composto de um só tronco, com todos os órgãos em duplicata, quatro braços, quatro pernas e uma cabeça com duas faces situadas em lados opostos e quatro orelhas, como dois seres humanos colados; que poderiam ser do mesmo sexo – dois homens ou duas mulheres – ou um homem e uma mulher fundidos. Eram ágeis, fortes e extremamente orgulhosos.

Por saberem de sua força começaram a opor-se aos deuses, rivalizando com força e poder. Júpiter, deus dos deuses, ao constatar a força desses seres e por temer o confronto, mas não querendo perder as honras e oferendas, resolveu separá-los para enfraquece-los – o que realmente aconteceu – condenando-os à separação. Desde então, tornamo-nos partes e fragilizados na carência. Quando Júpiter assim o fez, os seres separados se espalharam pelo mundo, desorientados, procurando a parte que lhes faltava.

Com esta pequena história, Platão pretende nos explicar a sensação que nós, seres humanos, temos da carência do outro em sua vida.
Este mito não busca entender a polaridade – masculino e feminino – mas, sim, a necessidade que temos em sempre buscar o outro e tê-lo em nossa vida. Tanto que o andrógino poderia ser dois homens, duas mulheres ou um homem e uma mulher, fundidos. Desta forma ele nos explica o hetero e homossexualismo, como o encontro da alma gêmea, que seriam seres com absoluta afinidade, independentemente da opção sexual.
Por isso, o ser humano vive, hoje e sempre, sentindo-se apenas fração do ser humano que é; estando, perpetuamente, buscando sua alma gêmea, aquele que lhe foi separado pelo temor dos deuses.

Buscamos o parceiro – ou parceira – que nos complemente, pois segundo o filósofo, temos o objetivo de ter o que ainda não temos ou o que já perdemos, estando sempre latente a consciência da carência.
Mas, a grande confusão que as pessoas fazem sobre a própria carência é entenderem ter carência do amor na própria vida, enquanto que, como o próprio Platão demonstra neste mito, a verdadeira carência está no outro em nossa vida; pois o amor está dentro de nós, e para tê-lo em nossa vida basta saber acessá-lo (autoconhecimento); mas, o outro, tê-lo em nossa vida é uma arte de concessão e doação deste amor que está dentro de nós.

Portanto, o que nos move em direção ao outro é a carência do outro em nossa vida. Por isso, o outro é um ser tão especial em nossa vida, pois, segundo este Mito, a separação deixou-nos – seres humanos – com a sensação de que o nosso parceiro complementar (nossa outra metade) está por ai, pelo mundo, perambulando à nossa procura, como nós estamos à sua procura.
Sonhamos, nostalgicamente, com esse reencontro, onde aspiramos encontrar a unidade original, através do amor, na ilusão de uma fusão.

Portanto, para Platão, existiria Alma Gêmea.
Mas, enfim, deixo uma pergunta no ar:
Existe a Alma Gêmea que tanto procuramos?


Este texto faz parte do curso: "Amor e a busca da Alma Gêmea"
Maria Aparecida Diniz Bressani