terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Feliz Natal




É hora de renovar os sonhos e acreditar na vida.
Não existe realização sem sonhos, sonhar é rascunhar a realidade;
conquistar é acreditar, não conquistamos aquilo o que não acreditamos.
Mais importante que os adornos luminosos,
que a beleza poética dos arranjos natalinos,
do que a troca de cartões e presentes...
É acendermos luzes novas em nosso coração e nossa mente,
reescrevermos os versos sutis de paz e amor,
agendar um encontro com a nossa consciência,
trocar velhos preconceitos por uma nova visão de mundo.
É muito importante, que os artifícios que emprestam luzes à paisagem natalina, não sejam mais do que réplicas miniaturizadas da infinita luz que inunda de esperança o cenário da nossa alma.
Não nos preocupemos em mudar todo o mundo,
se cada um de nós tornar melhor seu mundo interior,
caminharemos para um todo melhor.
Procuremos ser:
A solução, não o problema,
A resposta, não a dúvida,
A flor, não o espinho,
O remédio, não o veneno,
O curativo, não a ferida,
O perdão, não a vingança,
O diálogo, não a indiferença,
O amor, não a violência,
O cuidado, não a negligência,
A fé, não o fanatismo,
A fraternidade, não o egoísmo,
A prática, não o discurso,
A sinceridade, não a dissimulação,
A virtude, não o vício,
O estímulo, não a inveja,
A beneficência, não a esmola...
Procuremos amar mais, fazer mais, acreditar mais, sonhar mais, viver mais; reclamar menos, lamentar menos, julgar menos, criticar menos...
Que isso tudo sirva, não apenas para o dia de natal, mas para o Natal de todo dia.
Quando, mais do que uma lembrança, a “Boa Nova” deve ser uma vivência cotidiana.
Um fraterno e Feliz Natal, desejar: felicidades, paz, prosperidade e amor no Ano que ora se inicia!

sábado, 17 de dezembro de 2011

Alguém Como Você



Quantos sorrisos e beijos trocamos, juras de amor eterno foram tantas, e você sumiu numa fatídica noite de verão, partiu sem olhar pra trás.

Ouvi dizer que você está realizada
Que encontrou um garoto e está casada agora
Ouvi dizer que os seus sonhos se realizaram
Acho que ele lhe deu coisas que eu não pude dar.

Velho amor, por que você está tão tímida?
Não é do seu feitio se refrear ou se esconder da luz
Eu odeio aparecer do nada sem ser convidado
Mas eu não pude ficar longe, não consegui evitar

Eu tinha esperança de que você veria meu rosto
E que você se lembraria de nós
De que pra mim nosso amor não acabou

Deixe para lá, eu vou achar alguém como você
Só desejo felicidades a você, e te peço.
Não se esqueça de mim, eu imploro, nossa historia não pode ser esquecida
Vou lembrar de você dizer:
"Às vezes o amor dura, mas, às vezes, fere"

Às vezes o amor dura, mas, às vezes, fere, é

Você sabe como o tempo voa
Ontem foi o momento de nossas vidas
Nascemos e fomos criados numa penumbra de verão
Unidos pela surpresa que nos impôs a vida

Nada se compara, nenhuma preocupação ou cuidado
Arrependimentos e erros, são feitos de memórias
Quem poderia ter adivinhado o gosto amargo
Que isso teria?

Quem poderia adivinhar as surpresas que a vida prega? Agora um coração vadio paga pelo que não fez ou pelo que não pode dar. Amor se um dia sentires saudade, volte ou pelo menos acene de sua janela, pois se este coração estiver ocupado, ao menos um sorriso te darei!

Adele; Someone Like You.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

A Viagem Tem Que Recomeçar.


A viagem não acaba nunca. Só os viajantes acabam.

E mesmo estes podem prolongar-se em memória,

em lembrança, em narrativa.

Quando o visitante sentou na areia da praia e disse:

“Não há mais o que ver”,

... saiba que não era assim.

O fim de uma viagem é apenas o começo de outra.

É preciso ver o que não foi visto,

ver outra vez o que se viu já,

ver na primavera o que se vira no verão,

ver de dia o que se viu de noite,

com o sol onde primeiramente a chuva caía,

ver a seara verde, o fruto maduro,

a pedra que mudou de lugar,

a sombra que aqui não estava.

É preciso voltar aos passos que foram dados,

para repetir e para traçar

caminhos novos ao lado deles.

É preciso recomeçar a viagem.

Sempre.

(José Saramago)

sábado, 3 de dezembro de 2011

La Cancion Mas Bonita Del Mundo


No se si aun me recuerdas

nos conocimos al tiempo,

Tu el mar y el cielo,

quien me trajo a ti

Abrazaste mis abrazos,

vigilando aquel momento

aunque fuera el primero

Y lo guardara para mi,

Si pudiera volver a nacer

Te vería cada día amanecer.

Sonriendo como cada vez,

como aquella vez

Te voy a escribir la canción

más bonita del mundo

Voy a capturar nuestra historia

tan solo un segundo

Y un día veras que este loco

de poco se olvida,

por mucho que pasen los años

de largo en su vida.

El dia de la despedida,

en esta playa de mi vida,

te hice una promesa,

volverte a ver asi

Mas de 50 veranos

hacen hoy que no nos vemos

ni tu ni el mar ni el cielo,

ni quien me trajo a ti.

Si pudiera volver a nacer,

te veria cada dia amanecer,

sonriendo como cada vez,

como aquella vez.

Te voy a escribir la canción

más bonita del mundo

Voy a capturar nuestra historia

tan solo un segundo

Y un día veras que este loco

de poco se olvida,

por mucho que pasen los años

de largo en su vida.

Aos Meus Amigos


Sabem, num daqueles dias em que vc acorda e descobre que não é eterno, que a vida só é tua no momento presente e que o dia do amanhã só a Deus pertence?

Ai, juntando os cacos de uma vida inteira, olha pro céu e agradece a Deus por tudo que ele te proporcionou?

São tantas dadivas a agradecer; o dom de ter nascido, de estar aqui neste planeta lindo e tendo o prazer de dar uma volta completa em torno do Sol gratuitamente todos os anos, o prazer de ter tido uma esposa abençoada e com ela conceber dois filhos maravilhosos, sem me esquecer nunca de papai e mamãe!

Mas hoje, hoje quero agradecer em especial por ele ter me dado amigos, amigos que nem mesmo a distancia e o tempo fazem com que eu os esqueça, pessoas que fizeram parte da minha formação, seres que foram importantíssimo, cada um a sua maneira, amigos que ficaram e sempre estarão em meu mais puro cantinho de saudade.

Amigos que nem o nome eu me lembro mais, aqueles que só em lembranças colhidas na opaca tela do tempo consigo ver seus rostos, “os amigos da infância”.

Só Deus sabe o quanto estou sendo sincero, em escrever sobre vcs, meus amigos.

Confesso que não foram muitos, pois poucos souberam compreender a minha maneira de ser, talvez eu deveria ter sido um pouco melhor.

Mesmo não lembrando o nome de todos, tenho o prazer de citar alguns destes passageiros maravilhosos que me foram tão especiais.

Meus brotheres Mouzart E. Simioni e Sergio Mendes ambos em Curitiba, Roland Berenger em Alés França, Rubinaldo e Adeilton ambos em Salvador BA, Odair, Rosane Scnheider em Araucária, Dona Dulce em Salvador BA, Demetrius Garcia em Recife, Iris minha prima querida no MS, Celio em Manaus AM, Marcelo na Inglaterra, Meu Grande amigo e conselheiro Zilton Britz em Rio das Ostras RJ, minha querida Marinez em CTBA, o querido professor Luiz Carlos Salamí em SPI, Edvaldo Silva no ES, Luiz Cesar Alves em S.J.P, Rafael Fanha em Ctba, Claudio, Herlei e Luís ambos da minha querida Curitiba.

Bem, não são tão poucos assim, quero que saibam que a vida segue seu curso, mesmo se ela não nos colocar mais frente a frente, tenham a certeza que vcs, cada um a sua maneira contribuíram muito para que eu hoje venha lembra-los e agradecer a Deus por tê-los existidos em minha vida.

Todos vcs e tantos outros que não citei aqui, foram e serão passageiros alquimistas que contribuíram para que eu me transformasse no homem e profissional íntegro que sou!

Que suas vidas sejam terna e felizes, e se a existência nos for oportuna, ainda tomaremos um café juntos!

Fiquem todos com Deus e tenham um FELIZ NATAL, QUE 2012 lhes proporcione no mínimo 2012 oportunidades de serem felizes!

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

" O TEMPO PASSOU E ME FORMEI EM SOLIDÃO"


Dizem que a maior das solidões é quando voce só tem intimidade com voce mesmo...


Sou do tempo em que ainda se faziam visitas.
Lembro-me de minha mãe mandando a gente caprichar no banho porque a família toda iria visitar algum conhecido.
Íamos todos juntos, família grande, todo mundo a pé.
Geralmente, à noite.
Ninguém avisava nada, o costume era chegar de paraquedas mesmo.
E os donos da casa recebiam alegres a visita.
Aos poucos, os moradores iam se apresentando, um por um.
Olha o compadre aqui, garoto! Cumprimenta a comadre.
E o garoto apertava a mão do meu pai, da minha mãe, a minha mão e a mão dos meus irmãos.
Aí chegava outro menino. Repetia-se toda a diplomacia.
– Mas vamos nos assentar, gente. Que surpresa agradável!
A conversa rolava solta na sala.
Meu pai conversando com o compadre e minha mãe de papo com a comadre.
Eu e meus irmãos ficávamos assentados todos num mesmo sofá, entreolhando-nos e olhando a casa do tal compadre.
Retratos na parede, duas imagens de santos numa cantoneira, flores na mesinha de centro... casa singela e acolhedora.
A nossa também era assim.
Também eram assim as visitas, singelas e acolhedoras.
Tão acolhedoras que era também costume servir um bom café aos visitantes.
Como um anjo benfazejo, surgia alguém lá da cozinha – geralmente uma das filhas – e dizia:
– Gente, vem aqui pra dentro que o café está na mesa.
Tratava-se de uma metonímia gastronômica.
O café era apenas uma parte: pães, bolo, broas, queijo fresco, manteiga, biscoitos, leite... tudo sobre a mesa.
Juntava todo mundo e as piadas pipocavam.
As gargalhadas também.
Pra que televisão?
Pra que rua?
Pra que droga?
A vida estava ali, no riso, no café, na conversa, no abraço, na esperança....
Era a vida respingando eternidade nos momentos que acabam.... era a vida transbordando simplicidade, alegria e amizade...
Quando saíamos, os donos da casa ficavam à porta até que virássemos a esquina.
Ainda nos acenávamos.
E voltávamos para casa, caminhada muitas vezes longa, sem carro, mas com o coração aquecido pela ternura e pela acolhida.
Era assim também lá em casa.
Recebíamos as visitas com o coração em festa..
A mesma alegria se repetia.
Quando iam embora, também ficávamos, a família toda, à porta.
Olhávamos, olhávamos... até que sumissem no horizonte da noite.
O tempo passou e me formei em solidão.
Tive bons professores:
televisão,
vídeo,
DVD,
e-mail...
Cada um na sua e ninguém na de ninguém.
Não se recebe mais em casa.
Agora a gente combina encontros com os amigos fora de casa:
– Vamos marcar uma saída!... – ninguém quer entrar mais.
Assim, as casas vão se transformando em túmulos sem epitáfios, que escondem mortos anônimos e possibilidades enterradas.
Cemitério urbano, onde perambulam zumbis e fantasmas mais assustados que assustadores.
Casas trancadas..
Pra que abrir?
O ladrão pode entrar e roubar a lembrança do café, dos pães, do bolo, das broas, do queijo fresco, da manteiga, dos biscoitos do leite...
Que saudade do compadre e da comadre!

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

POEME D' AMOUR

 
















Jamais je ne me serais douté
T'aimer comme je l'ai fait
Je m'imaginais
Etre dans toutes tes pensées

Je te faisais confiance
Et tu m'as trahi
Mon coeur était dans l'espérance
Qu'un jour tu sois repenti

Pour toi, j'aurais
Tout donné
Je me serais
Même sacrifiée

Mais tu ne l'as pas remarqué
Je faisais des efforts mais en vain
Sur toi j'aurais tout misé
Mais tu ne m'as jamais tendu la main

Tu étais tout pour moi
Mais je n'étais rien pour toi
Peut être une marionnette
Mais sûrement pas ta Juliette

Pour ne plus être abandonnée
Plus jamais
Je n'aimerai
Comme je t'ai aimé

J'aurais aimé mourir
Pour ne plus souffrir
Pour t'oublier
Et ne plus pleurer